22 dezembro 2014

Tempo

Ultimamente venho escrevendo poemas, poesias... Mas às vezes um texto honesto cai tão bem quanto.
Eu sempre analiso demais as situações e as pessoas. Sempre tento compreender as circunstâncias que geram determinados comportamentos porque no fundo eu gostaria que me compreendessem também.
Esses dias conversando com uma amiga eu pensei sobre a ideia do "Tempo".
"Seu relacionamento está ruim? Dê um tempo." "Quer esquecer uma pessoa? Dê um tempo." Parece que o tempo se tornou resposta para tudo. De fato o tempo ameniza as dores da alma. Mas no que as dores irão virar depois? Esse é o grande problema. E não é tão simples.
Sempre damos respostas pragmáticas, baseadas na praticidade das soluções. Mas soluções nem sempre resolvem as questões. Às vezes problematizando é que se chega à resposta.
Por que nos colocamos em situações de risco? E indo mais além, por que mudamos isso quando OS OUTROS falam mas não porque QUEREMOS?

Dias atrás escrevi essa poesia e postei no meu blog (de poesias):

Quem queremos ser?


Minha vontade nunca foi fraca.
Sempre guiei meus próprios
passos.
Palavras fugazes nunca acompanharam
meus atos.
Alguns nobres, outros nem tanto.
Mas como seriam as rosas sem os espinhos?
Lado A, lado B.
É assim pra todos.
Mas é preciso escolher.
Se amas as pedras,
deves saber.
Delas também nascem flores
.
Helene de Souza.
Fonte: Replacing Dreams

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