30 maio 2012

Crônica - Os amigos de Papel

Boa tarde!

Eu sei que eu andei bem sumida, é que aconteceu um problema pessoal e eu não pude entrar desde sexta-feira, sendo assim, estou retornando somente agora. Há três resenhas previstas para até o fim dessa semana, entretanto, começou as provas, o que dificulta um pouco, mas tentarei postar o mais breve possível.
 Hoje eu trouxe para vocês uma crônica chamada Os amigos de Papel, que eu li no livro Primaveras de Inverno, escrito por Francisco Fernandes de Araújo. Este livro não foi e não pode ser vendido, por mais que seja difícil de acreditar, ainda há aqueles que presam e visam a cultura e a arte da leitura. Ah um programa chamado Um Livro Por um Sorriso, na qual o escritor participa e criou este livro de crônicas, com 166 páginas e 150 crônicas, no intuito de ajudar o programa. Eu confesso que apesar de pequeno o livro, ainda não li todas as crônicas, porém li esta e achei muito legal e decidi postar para vocês, conforme for lendo e se vocês estiverem gostando, eu postarei mais.

Direto ao ponto...
Os amigos de Papel
O que seria de nós sem os escritores? Dia desses encontrei um velho amigo, que desde há muito não via, que me revelou estar então separado da mulher e passando por uma incrível experiência de frustração, porque todos que se ostentavam como amigos, tão logo souberam do acontecido e desapareceram como encanto, na hora que deles mais precisava...
Disse-me, então, que se refugiara nos livros  e neles encontrara o seu melhor lenitivo, e em menos de um mês já havia "devorado" cerca de vinte obras de diversos autores e procedências.
Ele não me contou qualquer novidade, pois eu também já tive necessidade de me socorrer desses leais amigos, em várias fases difíceis da vida, e ainda continuo a fazê-lo, porque é neles que encontro verdadeira panaceia, que me renova o entusiasmo perdido e faz com que eu volte a viver com alegria.
Há quem diga que o cão é o melhor amigo do homem, mas eu discordo, porque já fui mordido por um deles, enquanto isso jamais aconteceu com qualquer um dos meu queridos livros.
E eu, que costumo escrever apenas para mim, embora alguém também acabe lendo algo do que registro no papel, preocupo-me com tais pessoas, no sentido de lhes ser útil com meus escritos, pois são estes, os amigos de papel, que sempre estão à nossa disposição e dispostos a nos ajudar nas horas amargas, sem críticas, sem resmungos, sem chatices. Que Deus proteja os livros e seus autores!

Nota pessoal (Aline): Há melhores amigos que os livros? Após esse texto não preciso dizer nada, nem sei como dizer. Em cada livro, contém um pedacinho de um lugar diferente, de um mundo diferente, de uma visão diferente, de alguém diferente. Estão sempre ali, pode mudar o lugar, a pessoa, estão sempre ali. Existe melhor amigo do que esse?

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